Vai parecer blábláblá, pois aí vem a batida discussão: você é contra ou a favor do uso da camisinha? Eis a questão. Há um texto interessante de Drauzio Varella sobre a polêmica gerada em função da declaração de um padre a favor do uso de preservativo. Leia aqui. O papa Bento XVI representa a autoridade máxima da Igreja Católica e todos aqueles que estão abaixo dele, ainda que bispos e cardeais, logicamente não podem ir de encontro ao mandamento papal do “não usai camisinha”.
A questão é: pare e pense. Que tal olhar para as pessoas ao nosso redor? Se o papa é contra e alguns padres a favor, nós mesmos a favor ou contra o uso da camisinha, essa não deveria ser a grande questão. Hoje, as pessoas já não pautam tanto seus comportamentos pelo que diz a bíblia ou o papa. O problema é que também não estão se pautando em nada. Paramos de pensar antes de agir, de olhar para o outro, cuidar da gente mesmo. Uma vez que a gente encarasse o sexo sempre dentro de um contexto que fizesse sentido para nós mesmos, que nos fizesse bem, que significasse algo, ainda que puro prazer, mas sempre vendo o outro na história, não teria erro!
Não parece absurda essa discussão do tipo “vamos lembrar que o sexo acontece entre seres humanos”? Mas não é. Basta refletir um pouquinho sobre isso e agir seguindo essa premissa tão básica, que a vontade de cuidar de si mesmo e por conseqüência do outro a quem você vai entregar sua intimidade acaba acontecendo naturalmente. Ainda que pareça cafona ou romântico, a sexualidade precisa ser humanizada, ainda que por uma questão de saúde pública. Tudo bem: “crescei e multiplicai-vos” remete ao sexo depois do casamento e filhos, mas “amai-vos uns aos outros” remete a quê?
A questão é: pare e pense. Que tal olhar para as pessoas ao nosso redor? Se o papa é contra e alguns padres a favor, nós mesmos a favor ou contra o uso da camisinha, essa não deveria ser a grande questão. Hoje, as pessoas já não pautam tanto seus comportamentos pelo que diz a bíblia ou o papa. O problema é que também não estão se pautando em nada. Paramos de pensar antes de agir, de olhar para o outro, cuidar da gente mesmo. Uma vez que a gente encarasse o sexo sempre dentro de um contexto que fizesse sentido para nós mesmos, que nos fizesse bem, que significasse algo, ainda que puro prazer, mas sempre vendo o outro na história, não teria erro!
Não parece absurda essa discussão do tipo “vamos lembrar que o sexo acontece entre seres humanos”? Mas não é. Basta refletir um pouquinho sobre isso e agir seguindo essa premissa tão básica, que a vontade de cuidar de si mesmo e por conseqüência do outro a quem você vai entregar sua intimidade acaba acontecendo naturalmente. Ainda que pareça cafona ou romântico, a sexualidade precisa ser humanizada, ainda que por uma questão de saúde pública. Tudo bem: “crescei e multiplicai-vos” remete ao sexo depois do casamento e filhos, mas “amai-vos uns aos outros” remete a quê?